Pouco antes da meia-noite de domingo (30/10/2011), nasceu Danica, a bebê filipina que representa a chegada da população mundial à casa dos sete bilhões. Segundo informações da National Geographic, uma pessoa levaria 200 anos apenas para contar todos estes números em voz alta.
Em 1800 a população global era de um bilhão de pessoas, 130 anos depois aumentou para dois bilhões. Em 1960, três bilhões; 1974, quatro bilhões; 1987, cinco bilhões; 1999, seis bilhões e 2011, sete bilhões de pessoas. Seguindo esses altos percentuais de crescimento, existe a expectativa de que em 2045 podemos chegar a nove bilhões.
A cada segundo, cinco pessoas nascem e duas pessoas morrem. E em quase todos os lugares as pessoas estão vivendo mais. Em 2010 as pessoas viviam em média 69 anos, enquanto em 1960 a expectativa de vida era de apenas 53.
Em 2008, pela primeira vez a maioria da população do mundo morava na cidade ao invés de áreas rurais. Isso fez com a quantidade de metrópoles consideradas megacidades, passasse de três, em 1975, para 21 em 2011.
Uma em cada sete pessoas na Terra vai para a cama com fome todas as noites. Assegurar saúde e alimentos nutritivos suficiente para todos os povos é um dos desafios mais críticos que o mundo enfrenta.
Para alimentar nossa população crescente, teremos que duplicar a produção alimentar. No entanto, o rendimento das culturas não está aumentando rápido o suficiente, e as mudanças climáticas e as novas doenças ameaçam as variedades. Felizmente, ainda temos as sementes para garantir o futuro fornecimento de alimentos, mas temos de tomar medidas para salvá-los.


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